A tradição manda, nós cumprimos!
Porque uma casa pode manter-se desarrumada, mas deve permanecer limpa, sexta-feira foi dedicada às limpezas mais profundas. Ninguém melhor que a fada-mãe para ajudar nesta tarefa catársica. Escolhi limpar os armários... E limpei o melhor que pude!
E para embelezar tal limpeza, hoje recebi um delicado vasinho com violetas! Sou ou não uma miúda com sorte?!
segunda-feira, abril 09, 2007
terça-feira, abril 03, 2007
Tenho a casa desarrumada
A verdade é que nunca fui uma fada do lar!
Gosto de algumas tarefas domésticas, mas se estas se prolongam no tempo rapidamente as acho enfadonhas e o que me apetece é ir passear, estar com pessoas.
À excepção de cozinhar - o salgados, saliente-se (!), porque com os doces tenho o paradigma de alterar/substituir os ingredientes para minimizar o dano que possam causar, ou seja, acabo por inventar novas receitas, que se têm traduzido em pouco sucesso - as outras tarefas acabam por se tornar numa rotineira obrigação semanal! Mas numa casa como a minha, em que dois irrequietos felinos passeiam, brincam largam pêlo, espalham areia, além das minhas longas horas de ausência diária, a desarrumação acaba por se acumular!
Mas chego à conclusão que esta é a minha natureza! Não sou a toda arrumadinha, com os biblôs cuidadosamente inclinados (não tenho biblôs!), a cama impecavelmente feita, a louça sempre na máquina ou nos armários, não guardo sempre o calçado e, é verdade, espalho roupa entre o quarto e a sala. Sim! Vivo só com os felinos!
Quando procuro arrumar a casa por um tempo prolongado, numa tentativa de me normalizar, de me encaixar, algo corre menos bem... Acho que está tudo ,assim, bem arrumadinho, mas a verdade é que vou ficando cinzenta, menos inspirada, vejo mais televisão do que ouço música, não leio, não me desprevino...
Mas eis que a casa volta a desarrumar-se e está agora num pequeno alvoroço, mas a música toca alto, não faltam ideias para posts e mais posts, quero escrever sobre esta e aquela experiência, sobre o gato de olhos dourados - o Tobias, quero procurar imagens que descrevam o que sinto, quero estar mais tempo aqui na minha casa, tomar longos banhos na minha banheira, quero ler, retomar a rede de Trocas e Baldrocas... e também manter as tarefas domésticas que me dão prazer, como cozinhar e, claro está, treinar a confecção de doces!
Gosto de algumas tarefas domésticas, mas se estas se prolongam no tempo rapidamente as acho enfadonhas e o que me apetece é ir passear, estar com pessoas.
À excepção de cozinhar - o salgados, saliente-se (!), porque com os doces tenho o paradigma de alterar/substituir os ingredientes para minimizar o dano que possam causar, ou seja, acabo por inventar novas receitas, que se têm traduzido em pouco sucesso - as outras tarefas acabam por se tornar numa rotineira obrigação semanal! Mas numa casa como a minha, em que dois irrequietos felinos passeiam, brincam largam pêlo, espalham areia, além das minhas longas horas de ausência diária, a desarrumação acaba por se acumular!
Mas chego à conclusão que esta é a minha natureza! Não sou a toda arrumadinha, com os biblôs cuidadosamente inclinados (não tenho biblôs!), a cama impecavelmente feita, a louça sempre na máquina ou nos armários, não guardo sempre o calçado e, é verdade, espalho roupa entre o quarto e a sala. Sim! Vivo só com os felinos!
Quando procuro arrumar a casa por um tempo prolongado, numa tentativa de me normalizar, de me encaixar, algo corre menos bem... Acho que está tudo ,assim, bem arrumadinho, mas a verdade é que vou ficando cinzenta, menos inspirada, vejo mais televisão do que ouço música, não leio, não me desprevino...
Mas eis que a casa volta a desarrumar-se e está agora num pequeno alvoroço, mas a música toca alto, não faltam ideias para posts e mais posts, quero escrever sobre esta e aquela experiência, sobre o gato de olhos dourados - o Tobias, quero procurar imagens que descrevam o que sinto, quero estar mais tempo aqui na minha casa, tomar longos banhos na minha banheira, quero ler, retomar a rede de Trocas e Baldrocas... e também manter as tarefas domésticas que me dão prazer, como cozinhar e, claro está, treinar a confecção de doces!
domingo, abril 01, 2007
Fui ouvir!
O tributo foi conseguido na medida em que foi sentido! Despertou em mim a vontade de (re)ouvir MPB. Por questões técnicas não estou a conseguir colocar som neste post, mas fica o melhor... as palavras!Deixa o Mundo e o Sol Entrar
De repente, vejo bem
Eu sou algué com medo de viver
Sou prisioneiro das coisas que eu amei
Mas não tem sentido estar na vida
Preso a quem não quero mais
Do outro lado está você
Nossas promessas voam quase sem ver
Que esse amor aflito
Guardado só pra nós
De tão grande já não dá no quartoP
ede o mundo e a luz do sol
Meu passado já morreuQ
uem veio dele, sei, vai me entender
Que o amor existe enquanto há paixão
Siga, minha amiga, pela vida
E que eu viva um novo amor
Do outro lado estamos nós
Sem compromissos vis
Sem lar, sem lei
Siga, minha amante, enquanto houver amor
Abra as portas, todas deste quarto
Deixa o mundo e o sol entrar
quarta-feira, março 21, 2007
21 de Março - Dia Mundial...

... do sono ...
... da árvore...
... da poesia...
Escurece a luz
E não faças perguntas...
Espera... O tempo está a falar...
Espera até acabar,
Agora sim.
A ponte
Na cidade medieval,
O rio subindo
Até ao cais,
E as ruas de hoje
lá fora e a luz velada
Com esse duplo sentido.
Um quebra luz em verde e púrpura.
Fernando Pessoa, in Poesia Inglesa II
segunda-feira, março 12, 2007
quinta-feira, março 08, 2007
quinta-feira, março 01, 2007
Se cá nevasse...
Fui descançar a mente e, com toda a certeza, cançar o corpo! Até me esqueci que Matosinhos existe - tive que ver uma placa na auto-estrada para me lembrar. Parece que também esqueci mais coisas, mas ainda não estou completamente certa!...Mas nem tudo é para esquecer e esquiar é daquelas coisas que podemos dizer ser como andar de bicicleta! Não só o exercício é um "pedaleo" como também não se esquece após uma ano sem particar.
quinta-feira, fevereiro 15, 2007
O tempo
segunda-feira, fevereiro 05, 2007
quinta-feira, fevereiro 01, 2007
Hoje é dia dos Amigos!
Por belos amigos soube que hoje é o nosso dia! Tal como há o dia do pai, da mãe, dos avós, da criança... há também o dia dos amigos! Pareceu-me bem pesquisar alguns provérbios alusivos, que vos dedico!
A conselho amigo, não feches o postigo.
Amigo deligente, é melhor que parente.
Amigo disfarçado, inimigo dobrado.
Amigo que não presta e faca que não corta: que se percam, pouco importa.
Amigo verdadeiro vale mais do que dinheiro.
Amigo, vinho e azeite o mais antigo.
Amigos, amigos, negócios à parte.
Ao bom amigo, com teu pão e teu vinho.
Aquele que me tira do perigo, é meu amigo.
As boas contas fazem os bons amigos.
Bocado comido não faz amigo.
Defeitos do meu amigo, lamento mas não maldigo.
Em tempo de Figos, não há amigos.
Muitos conhecidos, poucos amigos.
Não há maior amigo do que Julho com seu trigo.
No aperto do perigo, conhece-se o amigo.
O Vinho e o Amigo, do mais antigo.
Os amigos são para as ocasiões.
Quem seu amigo quiser conservar, com ele não há-de negociar.
Quem te avisa, teu amigo é.
Quem tem amigos, não morre na cadeia.
quinta-feira, janeiro 25, 2007
Afinal pensei como o Einstein!
Demorei a definir a minha crença numa entidade divina. Não me identifico com práticas religiosas judaico-cristãs, não conheço bem outras práticas religiosas mas, ainda assim, sentia a minha voz tremelicar se ousava comentar com alguém que não acreditava em Deus.Fui lendo, ouvindo, vendo e sentindo e, aos poucos, tenho vindo a criar a minha crença.
Ontem, lendo um livro, cheguei à conclusão que, ao longo dos tempos, tenho vindo a construir um raciocínio igual ao que fez Albert Einstein há uns anos atrás!
"Deus está em tudo o que nos rodeia. Não como uma entidade acima de nós, que nos vigia (...) mas como uma inteligência criadora, subtil e omnipresente (...), que se encontra a cada passo, a cada olhar, a cada respiração, presente no cosmos e nos átomos, que tudo integra e a tudo dá sentido"
Eu acrescentaria ainda, que essa entidade está em cada um de nós!
terça-feira, janeiro 16, 2007
quinta-feira, janeiro 11, 2007
Trovoada emocional

Estava a pensar...
... assim como nas trovoadas o raio chega primeiro do que o trovão - porque a velocidade da luz é superior à do som - por vezes o raciocínio é mais rápido do que a inteligência emocial. Já se sabe como mas ainda não se actua como tal!
Entretanto li um doce comentário colocado nesta brecha, a propósito do post anterior, e não resisti a colá-lo aqui:
"There is a vitality, a life force, an energy, a quickening, that is translated through you into action, and because there is only one of you in all time, this expression is unique. And if you block it, it will never exist through any other medium and will be lost."
Martha Graham, bailarina e coreógrafa, 1894-1991
sábado, janeiro 06, 2007
domingo, dezembro 31, 2006
2007 Terra dos sonhos
Estes últimos dias são muitos os que se dedicam ao balanço.
As empresas fazem o balanço das contas. Nós próprios fazemos os balanços das contas e quase todos comentam como a prestação da casa está mais alta!
Fazemos contas às boas acções, às más, aos desejos concretizados e aos que transitam para o próximo ano. Acredito, sim, que até aqueles que dizem não fazer o balanço, balançam-se entre pensamentos do sim ou não ao balanço no final de cada ano.
Eu balanço! Balanço ao longo dos dias e não só nestes em particular, até porque passar de ano não é mais do que passar de um dia para outro, de uma hora, minuto, segundo para o outro. Mas sim, balanço e reformulo desejos.
De 2006 levo com satisfação a minha iniciação como voluntária dos Médicos do Mundo, como um fardo, que (ainda) não consigo aliviar ,a tese que não sai, com sabedoria o episódio marcante na amizade mais longa, com leveza os sonhos.
E estes sonhos são os meus maiores desejos para 2007. Em 2007 desejo manter a capacidade de sonhar, de levar e trazer outros para a minha terra dos sonhos.
Estes últimos dias são muitos os que se dedicam ao balanço.
As empresas fazem o balanço das contas. Nós próprios fazemos os balanços das contas e quase todos comentam como a prestação da casa está mais alta!
Fazemos contas às boas acções, às más, aos desejos concretizados e aos que transitam para o próximo ano. Acredito, sim, que até aqueles que dizem não fazer o balanço, balançam-se entre pensamentos do sim ou não ao balanço no final de cada ano.
Eu balanço! Balanço ao longo dos dias e não só nestes em particular, até porque passar de ano não é mais do que passar de um dia para outro, de uma hora, minuto, segundo para o outro. Mas sim, balanço e reformulo desejos.
De 2006 levo com satisfação a minha iniciação como voluntária dos Médicos do Mundo, como um fardo, que (ainda) não consigo aliviar ,a tese que não sai, com sabedoria o episódio marcante na amizade mais longa, com leveza os sonhos.
E estes sonhos são os meus maiores desejos para 2007. Em 2007 desejo manter a capacidade de sonhar, de levar e trazer outros para a minha terra dos sonhos.
quarta-feira, dezembro 27, 2006
Trocas e baldrocas
Trocas e Baldrocas
(Edição de Natal)
(Edição de Natal)
O Trocas e Baldrocas resolveu fazer a sua primeira oferta de Natal.
O dia já lá vai, mas a quadra ainda é de festa. O atraso no anúncio prende-se com o factor surpresa que não se quis quebrar.
Directamente do Porto para Angra do Heroísmo (ilha Terceira, Açores) rumou o livro "O meu chapéu cinzento" de Olivier Rolin. A oferta é para o blogger Félix Rodrigues e a escolha prende-se com um capítulo deste livro inteiramente dedicado ao arquipélago açoriano. Calculei que ia gostar!
A filosofia do Trocas e Baldrocas mantém-se: partilhar com os outros algo que imaginemos que irão apreciar. E parece que conseguimos chegar longe!
Ah! Claro que continuamos dispostos a receber!
Boas trocas e muitas baldrocas
quarta-feira, dezembro 20, 2006
quinta-feira, dezembro 14, 2006
Forma de estar
Olha aí, monsieur Binot
Aprendi tudo o que você me ensinou
Respirar bem fundo e devagar
Que a energia está no ar
Olha aí, meu professor,
Também no ar é que a gente encontra o som
E num som se pode viajar
E aproveitar tudo o que é bom
Bom é não fumar
Beber só pelo paladar
Comer de tudo que for bem natural
E só fazer muito amor
Que amor não faz mal
Então, olha aí, monsieur Binot
Melhor ainda é o barato interior
O que dá maior satisfação
É a cabeça da gente, a plenitude da mente
A claridade da razão
E o resto nunca se espera
O resto é próxima esfera
O resto é outra encarnação
Joyce (MPB)
(quando conseguir acrescento o som)
sexta-feira, dezembro 08, 2006
Sem maquiagem
Nos últimos dias tenho estado assim! Assim como sou, sem máscaras e sem maquiagem que disfarce a minha natureza. Sinto-me bem nesta forma de estar, porque é assim que sou.
Por isto mesmo tenho tido alguma vontade de escrever sem recurso a imagens, música ou links. Tenho tido vontade de escrever de dentro para fora. E eis que surgiu, finalmente, a inspiração para escrever sobre esta “brecha”!
Foram vários os que já me perguntaram o porquê da escolha deste nome para o blog. A explicação é muito própria, muito pessoal, daí ainda não ter saído. A conotação imediata é a de espaço livre; há quem o pense pequeno e de leitura rápida; houve também que já lhe tenha dado uma conotação erótica ou exótica, que também me agradam! Mas esta brecha é muito mais do que tudo isso.
Fiz o trabalho de casa, fui ao dicionário e aprendi alguma coisa... o resto já eu sabia!
Cá vai! Um pouco de mim para os que me conhecem, acham que conhecem e querem conhecer.
Esta brecha e eu
Uma brecha é uma “abertura em qualquer vedação”. Esta brecha é o espaço onde procuro encontrar o “eu” que existe e não está vedado por qualquer pensamento.
Uma brecha é uma “abertura que os sitiantes fazem nas muralhas de uma praça, pela acção da artilharia”, é um “golpe ou ferimento largo e profundo”. Esta brecha também já os sentiu lá bem fundo, mas procura aprender a amaciá-los com o calor das suas mãos.
Uma brecha é também uma “mármore formado por fragmentos calcários de várias cores, ligados por um cimento calcário mais ou menos ferruginoso”. Esta brecha tem a solidez colorida dessa mármore.
Estar ou andar na brecha é “lutar com afã por uma ideia, para angariar a vida”. Oh!...As lutas já travadas por esta brecha! A luta mais intensa não gerou vida. Ou, na verdade, terá gerado uma outra vida com mais surpresas e descobertas!
Abrir uma brecha é “abalar uma opinião, rebater argumentos”. Esta brecha tem argumentação na ponta da língua, rebate ideias de forma entusiasta, não se cala, não se fica!
Uma brecha é uma “quebrada ou depressão profunda entre montanhas”. Esta brecha abre-se à beleza dos lugares montanhosos já aqui mencionados, como são o Curral das Freiras, os Pirinéus, as escarpas açorianas, o Pão de Açucar, o Gerês...
Uma brecha é uma “fenda”. Esta brecha é profunda e abre-se desde o topo da minha cabeça até às mais profundas entranhas apresentando-me um arco-íris de cores luminosas.
Estar “Na brecha” é estar em mim!
Por isto mesmo tenho tido alguma vontade de escrever sem recurso a imagens, música ou links. Tenho tido vontade de escrever de dentro para fora. E eis que surgiu, finalmente, a inspiração para escrever sobre esta “brecha”!
Foram vários os que já me perguntaram o porquê da escolha deste nome para o blog. A explicação é muito própria, muito pessoal, daí ainda não ter saído. A conotação imediata é a de espaço livre; há quem o pense pequeno e de leitura rápida; houve também que já lhe tenha dado uma conotação erótica ou exótica, que também me agradam! Mas esta brecha é muito mais do que tudo isso.
Fiz o trabalho de casa, fui ao dicionário e aprendi alguma coisa... o resto já eu sabia!
Cá vai! Um pouco de mim para os que me conhecem, acham que conhecem e querem conhecer.
Esta brecha e eu
Uma brecha é uma “abertura em qualquer vedação”. Esta brecha é o espaço onde procuro encontrar o “eu” que existe e não está vedado por qualquer pensamento.
Uma brecha é uma “abertura que os sitiantes fazem nas muralhas de uma praça, pela acção da artilharia”, é um “golpe ou ferimento largo e profundo”. Esta brecha também já os sentiu lá bem fundo, mas procura aprender a amaciá-los com o calor das suas mãos.
Uma brecha é também uma “mármore formado por fragmentos calcários de várias cores, ligados por um cimento calcário mais ou menos ferruginoso”. Esta brecha tem a solidez colorida dessa mármore.
Estar ou andar na brecha é “lutar com afã por uma ideia, para angariar a vida”. Oh!...As lutas já travadas por esta brecha! A luta mais intensa não gerou vida. Ou, na verdade, terá gerado uma outra vida com mais surpresas e descobertas!
Abrir uma brecha é “abalar uma opinião, rebater argumentos”. Esta brecha tem argumentação na ponta da língua, rebate ideias de forma entusiasta, não se cala, não se fica!
Uma brecha é uma “quebrada ou depressão profunda entre montanhas”. Esta brecha abre-se à beleza dos lugares montanhosos já aqui mencionados, como são o Curral das Freiras, os Pirinéus, as escarpas açorianas, o Pão de Açucar, o Gerês...
Uma brecha é uma “fenda”. Esta brecha é profunda e abre-se desde o topo da minha cabeça até às mais profundas entranhas apresentando-me um arco-íris de cores luminosas.
Estar “Na brecha” é estar em mim!
sábado, dezembro 02, 2006
Tita
Lembro-me como se fosse hoje. Estava em casa da minha avó materna e o telefone tocou. Do outro lado da linha o meu pai anunciava o nascimento da minha irmã. Era uma menina! Naquele tempo não havia ecografias, daí a surpresa ficar até à última expectativa.
Tinha uma irmã! Pulei imenso em cima da cama da minha avó, ao ponto dela me ralhar porque podia partir alguma coisa. Mas eu estava super-contente! Há já algum tempo que queria uma irmã, uma companhia.... para ter com quem conversar.... na casa de banho!!!
A "pequenina" nasceu, eu chamei-lhe Ana Luísa e, como é hábito meu trocar o nome a quem mais gosto, dei-lhe muitos outros nomes. Tita ficou sem sabermos porquê, mas entre Pitoquinha, Mila, Maria Emília, talvez fosse a escolha mais acolhedora!
Hoje faz 26 anos que o telefone tocou e me pôs a pular em cima da cama! Os tempos são outros, mas continuamos a celebrar os momento de festa, por isso logo vamos todos pular e celebrar o aniversário da "pequenina"!
Lembro-me como se fosse hoje. Estava em casa da minha avó materna e o telefone tocou. Do outro lado da linha o meu pai anunciava o nascimento da minha irmã. Era uma menina! Naquele tempo não havia ecografias, daí a surpresa ficar até à última expectativa.
Tinha uma irmã! Pulei imenso em cima da cama da minha avó, ao ponto dela me ralhar porque podia partir alguma coisa. Mas eu estava super-contente! Há já algum tempo que queria uma irmã, uma companhia.... para ter com quem conversar.... na casa de banho!!!
A "pequenina" nasceu, eu chamei-lhe Ana Luísa e, como é hábito meu trocar o nome a quem mais gosto, dei-lhe muitos outros nomes. Tita ficou sem sabermos porquê, mas entre Pitoquinha, Mila, Maria Emília, talvez fosse a escolha mais acolhedora!
Hoje faz 26 anos que o telefone tocou e me pôs a pular em cima da cama! Os tempos são outros, mas continuamos a celebrar os momento de festa, por isso logo vamos todos pular e celebrar o aniversário da "pequenina"!
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