quinta-feira, setembro 08, 2016

A borboleta

As borboletas são insectos cujo ciclo de vida decorre em 4 fases: ovo, larva, pupa e imago.

Culturalmente representam a transformação. Momentos esses em que a vida nos transforma e não mais somos o que éramos anteriormente.

sexta-feira, março 11, 2016

quinta-feira, março 10, 2016

O que eu gosto da letra "T"

A conclusão foi ele quem a tirou:

- O que ela gosta da letra "T"! Ela é "Tânia", "titi" e agora acrescentou outros "Ts" na sua vida!

segunda-feira, março 07, 2016

Por linhas travessas

Por linhas travessas surgem telefonemas em forma de desafio que, durante algum tempo, em nada se concretizam, mas que desde o seu primeiro momento nos servem de inspiração para outros embates! A sabedoria da atenção à sincronia dos momentos!

sexta-feira, novembro 20, 2015

do topo do mundo para mais além



O topo do mundo é uma aventura! O êxtase da paisagem, a distância  física e cultural a que se encontra. A conquista. A superação. Por momentos deixamos-nos levar pela presunção de termos conquistado tudo. Até que a vida nos conquista e nos leva para mais além. Muito além de ti Qomalongma!


quarta-feira, novembro 18, 2015

A hora do lobo, filme

A Hora do lobo é um filme de Jean Jaques Annaud ( o mesmo realizador de Sete anos no Tibete, O Nome da Rosa, entre outros). Descreve a vida de um jovem estudante de Pequim, que em plena revolução cultural chinesa é enviado para as estepes mongóis. Chen Zhen não sabia para onde ia. Tinha apenas a missão de ensinar mandarim aos nómadas da região. Os nómadas mongóis viviam em pleno equilíbrio para a natureza, até ao momento em que o governo chinês impõe uma lei que visa dizimar os lobos da região. Chen Zhen desenvolve uma relação especial com um lobinho, que gera um desequilíbrio natural na região e, em simultâneo, conduz a natureza de homens e bichos a um reequilíbrio emocionante. Digno de se ver pela viagem que nos proporciona, seja ela paisagística ou espiritual.

terça-feira, novembro 17, 2015

Quentes e boas

Se há fruto que aconchega o outono são as castanhas. Quentes e estaladiças, queimam os dedos. Densas na mastigação e na digestão, preenchem a boca, incham o estômago, confortam a alma

segunda-feira, novembro 16, 2015

A queda de água

imagem que gera palavras
água que funde a pedra calcária, abrindo beleza natural em forma de fenda
água que entoa mantra meditativo, elevando o espírito
água que cria o momento de fusão

segunda-feira, novembro 09, 2015

Se escrevesse o que sinto...

...relatava um dia passado num parque de diversões, onde montanhas russas de emoções transformam o estômago em balão de ar, rodas gigantes permitem a cabeça viajar devagar nos sonhos desejados, as casas dos espelhos trazem gargalhadas à boca, a aventura faz o coração alternar entre o palpitar e o serenar.
Se eu soubesse escrever o que sinto não queria parar jamais de escrever, de sentir.

terça-feira, outubro 27, 2015

a pulseira rebentou

Diz-se por aí que os nós na pulseira que se coloca no punho representam os desejos.
Diz-se por aí que a pulseira rebenta quando os sonhos se realizam ou estão para se realizar.
A minha pulseira rebentou!

terça-feira, outubro 20, 2015

Fora da rotina #3 e a invasão das borboletas

«Viver não tem nada a ver com isso que as pessoas fazem todos os dias, viver é precisamente o oposto, é aquilo que não fazemos todos os dias.»
Afonso Cruz, in Flores


E não é todos os dias que as borboletas nos assaltam a corrente sanguínea

quarta-feira, outubro 14, 2015

segunda-feira, outubro 12, 2015

Fora da rotina #1

«Viver não tem nada a ver com isso que as pessoas fazem todos os dias, viver é precisamente o oposto, é aquilo que não fazemos todos os dias.»
Afonso Cruz, in Flores

Fora da rotina acordei hoje às 6h11.
Fora da rotina saí de casa antes do dia despertar.
Fora da rotina cheguei, em silêncio madrugador, ao centro da cidade.
Fora da rotina estive do outro lado da consulta.
Fora da rotina doei a minha companhia.
Fora da rotina vivi!

terça-feira, setembro 08, 2015

Os bambus

Deixei-me ir em marcha lenta, na via rápida, só para seguir a carrinha de caixa aberta que transportava os bambus. Fiz da imagem uma fotografia mental e escolhi ser o momento de repouso do meu dia.

segunda-feira, agosto 31, 2015

Pulseira com tudo excluído


Ainda em processo de compreensão de toda a fascinação pela última viagem. Aos pouco apercebo-me que foi o ir, o conhecer o desconhecido, a adaptação e conquista do desconforto físico, higiénico e até de oxigénio. Foi o apreender toda uma cultura distinta, remota, manipulada mas não globalizada. E foi isso, foi a não globalização que também me encantou. E foi um turismo não turístico. Se há pulseiras para o tudo incluído, seja lá o que o incluído contém, um monge ofereceu-me uma pulseira com tudo excluído e vim cheia!

sexta-feira, agosto 28, 2015